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Em debate da FLB-AP, Brizola Neto critica reformas trabalhista e previdenciária

Ex-ministro do Trabalho e Emprego participou do projeto ‘Trabalhismo em Diálogo’, no Rio de Janeiro

* Por Bruno Ribeiro

Brasília, 20/4/2017 – “Se aprovadas as reformas, (governo) estará desmontado todo o sistema de proteção social inaugurado pelo presidente Getúlio Vargas. Não podemos permitir”, disse o ex-ministro do Trabalho e Emprego, Brizola Neto, durante a edição do projeto  ‘Trabalhismo em Diálogo’, da Fundação Leonel Brizola – Alberto Pasqualini (FLP-AP), que ocorreu na última terça-feira (18), na sede estadual do PDT no Rio de Janeiro, no Centro da capital fluminense.

Organizado pela vice-presidência da FLB-AP no estado, o projeto se caracterizou por apresentar um formato de debate moderno e inovador, onde os representantes dos campos popular e democrático podem apresentar suas opiniões e contribuições. Com o tema ‘Reforma Trabalhista e Previdenciária – Como Construir a Resistência?’, esta edição buscou definir medidas para derrotar o conjunto de restrições aos direitos históricos dos trabalhadores brasileiros.

Mediado pelo secretário de Núcleos de Base da Juventude Socialista do PDT, William Rodrigues, o debate reuniu dirigentes, militantes, sindicalistas, e estudantes universitários que analisaram, além das reformas, questões relevantes da atual conjuntura nacional, com destaque para o desmonte da indústria e a abertura de setores estratégicos, como o do petróleo, para o capital internacional.

Sobre a importância da reafirmação do PDT como alternativa viável não só eleitoralmente, mas também de luta e defesa do povo trabalhador, o vice-presidente da Fundação no estado, Everton Gomes, foi direto: “Na guerra pela garantia dos direitos populares, o PDT desponta e marca posição. Essa mobilização é importante para dar subsídios aos nossos ativistas e mostrar a diferenciação dos partidos”.

Na discussão, o presidente, em exercício, do PDT Metropolitano e ex- secretário de Trabalho do município do Rio de Janeiro, Augusto Ribeiro, apresentou aspectos importantes dos impactos das propostas atuais sobre a rotina dos cidadãos. Já o secretário sindical do PDT local, Marcelo Gonçalves, fez um comparativo entre o Brasil e o México, que passou, recentemente, pelo mesmo processo de avanço do neoliberalismo. “O momento é de unidade do sindicalismo. Devemos destinar todas as energias na greve geral do dia 28 de abril. Vamos barrar as reformas nas ruas”, exaltou Gonçalves.

Com informações da ASCOM da FLB-AP no Rio de Janeiro.

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Bruno Ribeiro

Secretário Nacional de Comunicação da FLB-AP.

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